Apertura da campanha agricola em Moçambique

Apertura da campanha agrícola.

O mês de outubro è o mês do inicio da campanha agrícola em Moçambique. E o momento que as pessoas estão a preparar as suas machambas na espera das chuvas que aqui iniciam mais o menos à fim de novembro ou inicio de dezembro.

Então ,ao nível de todo Moçambique se esta a celebrar o inicio da campanha agrícola. O dia 23 de outubro fomos convidados a participar à uma feria organizada para a apertura da campanha ao nível provincial (província de Niassa).

Fomos lá, todo o equipo de Mundukide Niassa (Jonathan e Adrian de Majune, Juan Jo, May e Eu de Marrupa, assim que o gestor Unax). Também vieram com nossos produtores de Marrupa e 7 produtores de Majune com uma mostra de seus `produtores para vender (cebola, alho, cenouras, beringela, repolhos…).

Chegamos em Muembe (lugar do encontro) o sábado 22. Estávamos na espera de um concerto grande e uma jantar com as pessoas de agricultura de toda a província … ao final nem concerto nem jantar mas um buem ambiente de equipo.

Au dia seguinte, depões de uma noite difícil iniciamos instalar stand de Mundukide e os produtores iniciaram instalar os seus produtos.

Momento de tranquilidade no stand de Mundukide

tranquilidade tambem no alomorço (Adrian, Jonathan e May

Foi um meio dia bastante comprido… com uma calor bem forte na espera do governador e do ministro de comercio exterior. Depões da visita expressa de eles, pudemos visitar os outros stands e os produtores experimentaram vender os produtos.

Governado e ministro no stand de Mundukide

Verdade que foi interessante ver os outros stands e conhecer o que è um dia de apertura de campanha agrícola mais também fomos um pouco desiludidos porque os produtores quase não venderam nada… mas pronto experimentamos !

Produtores que trabalham com Mundukide e clientes

Na tarde do domingo já voltamos, uns para a cidade Lichinga ( a uma hora) e outros para Marrupa (5h)…

volta de chapa para o gestor Unax

Na semana seguinte tivemos a apertura da campanha ao nível distrital… outra vez veio o governador de Niassa e conseguiu dizer “Mundukide” sem falta o que prova que estamos juntos. Lá foi mas rápido, fomos a visitar uma horta com o governador e os produtores e o governador fiz um discurso para agradecer a Mundukide e animar nos e os produtores a seguir trabalhar juntos.

outra ambiente na apertura da campanha ao nivel distrital (equipo Niassa , produtores e governador)

Pronto para hoje já estamos…

Também outra novidade : agora temos aqui com nos 24 instrutores de arroz que estão a iniciar o trabalho essa semana … então sorte e força para eles e bem vindos.

Ate pronto

Laura

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Avaliaçao da campanha debaixo da mangueira

Bom dia,

Hoje, estou em Moçambique há 3 meses. O tempo passa muito rápido estou a habituar-me a morar e trabalhar aqui. Gosto de estar aqui com o equipo de Mundukide e mais vou aprender mais vou ter perguntas e vontade de trabalhar em esse programa. Hoje vou escrever em português (o portuñol o francoportunhol…) porque tenho que experimentar.

Os dias 20 e 21 do mês de setembro organizámos avaliações das campanhas de hortas e de arroz 2010-2011. Chegaram responsáveis dos grupos de hortas e de arroz para trocar ideias com nos sobre os resultados da campanha precedente e ideias para melhorar para o próximo ano. Na campanha 2010-2011 Mundukide e seus parceiros trabalharam com mais de 1400 produtores de hortas e 11oo de arroz.

Também aproveitamos de esse dia para fazer experimentar a todos os produtores que estavam cá uma comida a base de verduras (nabos, cenouras, beringela, cebola, alho, pimentos, tomates, couve….) e arroz produzidos na zona.

Preparaçao almorço com os legumes dos produtores durante o encontro de arroz

Durante a avaliação da hortas perguntamos entre outros os vantagens de fazer hortas. Muitas pessoas contestaram que é que melhora a condições de vida… pois esse gostamos de ouvir mas não è muito preciso. Então experimentamos saber o que eles consideram como melhoras da condições de vida e ver si podem dar exemplos. Assim que aprendemos que :

- uns compraram motobombas para produzir mais o próximo ano,

- uma mulher comprou um colchão com o dinheiro da cebola,

- duas produtores apanharam uma bicicleta,

- um outro consigo uma placa solar,

- outros melhoraram as suas casas,

- e também compraram mais comida (milho, arroz, carril…)…

Ao nível das hortas estão todos satisfeitos de fazer hortas. As dificuldades que encontraram mais têm que ver com uma escassez de água. Então para evitar sofrer de esto eles mesmos propuseram de iniciar os viveiros mais cedo, ter aceso a motobomba e também melhor escolher os lugares. Por esse o programa vai continuar apojar os produtores na compra de motobomba, organizando viagem ate a cidade, vai continuar mandar instrutores para melhorar o sistema de rego, a maneira de escolher os lugar e apojar no inicio dos viveiros.

Avaliaçao campanha horta 2011 (20/09/11)

A campanha de arroz esteve menos boa esse ano por causa de chuvas mau repartidas na estação. Esse causou problemas nos viveiros de arroz e vários produtores perderam os viveiros.O programa justamente esta a propor nova técnicas que consistem em fazer viveiros, plantar em linhas e experimentar uma variedade diferente.

Dos produtores presentes uns falaram que gostarão de experimentar de novo os viveiros e outros não. Mas quase todos falaram que gostaram de fazer linhas. Porque permite ganhar tempo ao momento de sachar. Também gostaram da variedade de arroz proposta por Mundukide e seus parceiros.

Então para o próximo ano vamos apojar os produtores a continuar com essa variedade e também com viveiros para os que querem e sobre todo com transplante ou semeai direita em linhas.

Também fica um ponto que vamos investigar mais que é que parece que uma dificuldade area fazer mais arroz è a preparação do terreno que é muito tempo a um momento que os produtores já estão a fazer trabalho na machamba principal de milho.

encontro avaliaçao campanha arroz (20/09/11) baixo a mangueira

Acho que vou parar para hoje.

A ver si a próxima vez falamos da troca de experiência de fruteira, do inicio da campanha de credito o da festa de abertura da campanha 2012 ao nível provincial…

Ate a proxima entao

Laura

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Un viaje tremendo en Mozambique

Buenos dias,

Bueno, depues de unos dias a casa, en Marrupa, no es que me estaba aburriendo, al contrario pero me fui con May para hacer un viaje tremado a traves mozambique…

En Marrupa como en Majune y Montepuez se quiere fomentar el desarrollo de la crianza de cabras. Pero, aquí no hay cultura de criar animales y no se ha conseguido tener un impacto interesente en crianza de cabras.

Para tener nuevas ideas y conseguir proponer una nueva estrategia para el fomento caprino se organizo un viaje hasta la provincia de Tete conocida como una de las provincias donde se produce más caprinos e bovinos. También para aprovechar del viaje decidimos visitar la provincia de Manica conocida para su producción de frutas.

provincias de mozambique

Fue un viaje de casi 3 semanas, muy largo con muchas muchas horas de coche pero muy interesante. El viaje me permitió también conocer mejor a May e Teresa con quienes a lo largo de las 3 semanas de viaje viví pequeñas aventuras casi todos los días.

Itinerario del Viaje :

Marrupa- Cuamba- Gurue- Mutarara-Tete-Chimoyo-Gorongoza-Quilimane-Cuamba-Marrupa.

En el camino paramos para dormir en Gurue (a 1 dia de pista de Marrupa). Gurue es un pueblo pequeño muy verde (con plantaciones de Tete) que tiene a su entorno pequeñas montañas. Es muy bonito. También es verdad que allí hicimos algo muy original, lo nunca visto en un pueblo tan pequeño de África … fuimos al cine!! Bueno a ver una película un poco mala de guerra con Bruce Willis pero AL CINE para 10 MZT (0,25€).

Cine Gurue

Después de 3 días de viaje (durante cuales cruzamos rios…) llegamos en Tete donde encontramos a la dirección provincial de agricultura. Organizamos visitas a diferentes criadores, mercados de animales, farmacia rurales e estación zootécnica. Al nivel del trabajo fui muy interesante… para los que gustan las cabras porque durante una semana solo vimos y hablamos de cabras … también comimos cabras claro!

cruzando rio

rebanho de cabras en Changara (Tete)

Aprovechamos de nuestra estancia en Tete para visitar la represa de Cahora Bassa que es una de las represas más grande del mudo. Son más de 2 600 km2 que permiten abastecer en electricidad Mozambique e una parte de Africa del Sur. Hicimos un picnic allí e May se quedo con la idea de regresar de nuevo allí para ir a pescar.

Cahora Bassa

Llegamos a Chimoio (sede de la provincia de Manica) el 24 de agosto. Como en Tete encontramos a la dirección provincial de agricultura e organizamos visitas a productores de frutas, de plantas y al mercado de frutas. Nos quedamos 3 días, fue muy interesante y muy rico en vitamina C (hicimos un régimen a base de naranjas).

recuerdo de Chimoio, la provincia de los citricos

Después de haber hecho el trabajo de investigación en la provincia de Manica iniciamos el viaje de regreso hacia el norte de Mozambique. En camino paramos el sábado en la reserva natural de Gorongosa … allí, a parte que llegamos tarde, que no habíamos previsto nada para comer, vimos muchos animales … fue casi mágico …

elefante en Gorongoza

Pasamos el domingo en la playa cerca de Quelimane donde nos toco la lluvia en época de sequía ¡!! Pero no nos impido de disfrutar de unos pescados muy ricos recién pescados.

Por fin después de horas e horas de entrevistas, de coche, después de kg de patatas fritas comidas, de noches en diferentes lugares llegamos a Cuamba, ultima etapa antes del regreso a CASA.

Antes de acabar querria agradecer a mis compañeros de Viaje (may e Teresa) e tambien a nuestro chofer (Frederico). Hemos hecho creo un viaje muy interesante para el trabajo pero tambien lo hemos pasado bastante bien.

el chofer: Frederico

May, Laura y Teresa

Hace casi una semana que regresamos de este tremendo viaje. La verdad es que nos cansó bastante pero fue muy interesante. Ahora nos queda compartir todas las informaciones que tenemos con el resto del equipo.

Me doy cuenta que escribí mucho … pero aquí hay muchas cosas que contar y todos los días son diferentes uno de los otros, por eso. Pero no os preocupais demasiado, no voy a hacer viajes como este todos los meses …

Ate a proxima

 

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Día 7 de septiembre, 2011-09-07

Buenos días a todos,

Primero quería disculparme de haber tardado tanto antes de dar noticias pero aquí el tiempo pasa volando. Ya hace más de un mes y medio que llegue a Mozambique para incorporar me poco a poco al equipo de Mundukide aquí.

El equipo aquí esta cambiando. Entre septiembre y diciembre se va a hacer varias transferencias de puesto de trabajo (por eso estoy aquí).Antes de entrar en función como coordinadora de los programas de Marrupa e Majune, tengo muchas cosas que integrar.

También vos voy a pedir de disculpar mi español porque soy francesa y ahora estoy aprendiendo el portugués.

Llegué en Maputo el 20 de julio con Azier (colega de Montepuez), fuimos acogidos por Beñat e Jonathan. Después de unos días en Maputo iniciamos una visita de los diferentes programas de Mundukide para tener une visión general antes de empezar el trabajo.

Tomamos el avión de Maputo a Linchinga para hacer los miles de km que separan la capital de la zona de trabajo de Mundukide.

VISITAS DE LOS DIFERENTES PROGRAMAS

Majune

Pasamos unos días en el distrito de Majune para que Jonathan (coordinador de Majune) nos haga una presentación del trabajo allí y unas visitas de las diferentes actividades. Malanga que es la sede del distrito de Majune donde vive el coordinador es un pueblecito muy pequeño. Las principales actividades que se desarrollan en Majune (programa iniciado el ano pasado) son huertas, arroz e micro crédito agrícola. En julio conseguimos ver a las huertas en producción e participar a reuniones de créditos con los productores. También tuvimos la suerte de coincidir con la reunión mensual entre el coordinador y los instructores así que vimos también como funciona el equipo. Fue bastante impresionante ver lo que se ha conseguido hacer en tan poco tiempo.

reunion credito em Majune (laura, Azier, Jonathan)

huerta en Majune (julio 2011)

Marrupa:

Después, todavía con Azier, fuimos a Marrupa, a 2h30 de Majune de carretera de tierra batida. Fuimos acogidos en Marrupa por Juanjo, May et Teresa (enamorada de May). Nos hicieron también una presentación del programa y visitamos unas actividades del programa: huertas, cabras, emprendedores, créditos agrícolas, frutales. Hace màs de 10 años que Mundukide trabaja en el distrito de Marrupa y es verdad que ya se ve resultados claros del trabajo de Mundukide con la gente de aquí. También aproveche para pasear un poco en Marrupa pueblo porque aquí viviré los 2 próximos años e tengo que decir que creo que estaré muy a gusto que sea con el programa o con el lugar de residencia.

intercambio e experiencia : uso de verduras (Marrupa)

fomento caprino

Montepuez

Ultima etapa de nuestro viaje de descubrimiento de los diferentes programas, Montepuez me pareció muy lejos de Marrupa. La carretera nacional que vincula Montepuez a Marrupa es una carretera de tierra en muy mal estado (que no se puede usar en época de lluvia). Así que contando una parada obligatoria (bloqueo del coche en la arena) nos costo casi 9h para llegar a Montepuez.

Montepuez es una pequeña ciudad mucho más grande que Marrupa. El distrito parece bastante diferente de los distritos de Majune e Marrupa. Allí encontramos a Noelia, la coordinadora del programa de Montepuez. También visitamos diferentes actividades como huertas, cabras, micro emprendedores y frutales

Dejé en Montepuez mi colega de viaje, Azier, e y regresé a Marrupa el 5 de agosto después de 2 semanas de viaje.

Hice una pequeña semana en Marrupa, el tiempo de instalarme un poco e de conocer unas actividades y el 14 de agosto (después de un fin de semana al lago Niassa) inicié un viaje tremendo ( ver proximo capitulo…).

Ate a proxima

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Entrevista a Laura Darphin

Acabas de venir de Mali, cual ha sido tu trabajo en el país Africano?

Efectivamente acabo de venir de Mali. He trabajado alli durante un año, en la zona de Kita a unas 3 horas al ueste de la capital – Bamako. Alli trabajaba con una ONG internacional que lucha contra la malnutrición. Con este objetivo, se està desarrollando programas que tienen como objetivos de actuar sobre las causas de la malnutrición. Se trata de programas integrales con 3 ejes principales : agua y saneamiento (acceso al agua potable, sensibilizacion …), seguridad alimentaria (desarrollo agricola : huertas, mejoras de technicas de produccion y conservacion, apoyo a micro creditos, …) y nutricion (fomento de los centros comunitarios de salud…).

Como coordinadora del programa en Kita tenia la responsabilidad de los aspectos tecnicos del porgrama. Trabajaba con un equipo tecnico maliense de 15 personas : jefes de proyectos y animadores, logista, administrador, choferes, guardias…

En el quotidiano tenia sobre todo que apoyar a la planificacion del conjunto de las actividades, seguir y apoyar el trabajo del resto del equipo, estar en contacto con los diferentes actores publicos y de la sociedad civil (servicios de agricultura, salud, hydrolica, forestal, saneamiento, otras ONG, grupos de productores…), visitar a los diferentes grupos o individuales con cuales trabjabamos , hacer los informes necesarios para que cada uno connozca el avance del programa y participar a la definicion de estrategias de actuacion.

Niger, Sahara, Guinea Ecuatorial, Mali,…y ahora te vas a Mozambique para trabajar en el Programa Marrupa que acompaña Mundukide. Qué te aporta la cooperación?

La cooperacion para mi es una suerte porque me permite vincular un trabajo que a mi me gusta mucho que es un trabajo de agronoma, un encuentro permanente con otros paises, otras culturas y costumbres y sobre todo me permite pasar tiempo no para cambiar el mundo pero para apoyar al nivel local a desarrollar actividades que permitan a la poblacion de vivir mejor. Ademas, en Mozambique me permitira estar con mi novio que ya trabaja alli con Mundukide.

Has conocido varias líneas de cooperación y maneras de llevar los proyectos.

También trabajaste en Guinea Ecuatorial con Mundukide…que destacarías de la fundación en comparación con otras ONGDs ¿? Si hay algo que destacar claro…

Para mi lo que se destaca de manera muy clara de Mundukide es la humanidad. Es una ONG relativamente pequeña que deja un espacio muy importante a las personas, que sean los trabajadores o las personas que participan a las actividades que ponen en marcha MDKD en los diferentes paises.

Tambien quiero destacar que aunque sea una ONG pequeña consigue hacer proyectos que me parcen muy interesantes y consiguen trabajar y presentar todas las justificationes que permiten trabajar con los mismos financiadores que ONG internacionales grandes.

Tambien, con el apoyo de las cooperativas de Mondragon, MDKD consigue tener fundos propios que permiten asegurar una continuacion en los proyectos y asegurar tiempo para hacer diagnosticos, identificaciones de proyectos, pasaciones… de qualidad.

Piensas que la cooperación internacional es importante en estos países y favorece a las personas que la reciben?

Si creo que la cooperacion internacional es importante pero hay que diferenciar los diferentes niveles de cooperacion internacional que pueden ser non gouvernemental (ONG), bilateral (entre 2 paises) o multilateral (entre varios paises).

Nosotros a traves Mundukide hacemos coooperacion al desarrollo no gouvernemental que si tiene claramente como objetivo de favorecer a las personas que lo reciben sin otros interes.En cooperacion internacional, no solo se trata de dinero pero tambien de valores como la reciprocidad, la ayuda mutual, la confianza…

Creo que està cambiando bastante la cooperacion al desarrollo desde 20 años. Las priorididades actuales son de actuar al nivel local, en colaboracion estrecha con la poblacion local y las organisaciones de la sociedad civil.

En cooperacion, como creo en muchas areas, hay exitos y fracasos. Siempre hay cosas que mejorar para conseguir existos sostenibles para las personas con quienes trabajamos.

Tengo fe en el hecho que si se toma tiempo para conocer y colaborar con la gente local sin imponer las cosas pues la cooperacion favorece a las personas que los reciben.Y aunque haya solo la mitad de lo que se hace que continua de manera permanente ya es un exito porque ya representa un numero importante de familias que podran salir de la pobreza.

Como ves Africa, se puede apreciar si avanza o retrocede en cuanto a sus condiciones de vida de sus habitantes?

Las preguntas no son faciles … Africa es compuesta de 54 paises y solo he visto a 6 de ellos y he vereficado de manera muy clara que uno no tiene que ver con el otro aunque que sean 2 paises vecinos como Mali y Niger.

Al nivel de los paises no puedo decir que las condiciones de vida avanzan de manera clara y en algunos retroceden pero si que al nivel local, gracias entre otros a la colaboracion entre las personas, grupos locales y ONGs van mejorando.

¿Cómo te sientes cada vez que regresas a tu país natal ¿?

La verdad es que hay tantas diferencias entre los paises donde trabajo y Francia que no puedo mezclar. Siempre la primera semana me cuesta un poco pero si empezamos a hacer comparacion a cada rato nunca se termina. Admas hay muchas cosas buenas de otros paises que no encuentro en Francia y el contrario tambien claro.

Asi que cuando regreso a Francia me siento bien, me como un moton de quesos y fiambre, veo a mi familia y amigos, recargo mis baterias y me prepraro para irme de nuevo.

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